Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
Entrevista com Dr. Ana Catarina, animadora sócio-cultural

Por Ana Miguel Garcia

 

 

            No dia 22 de Março tinha uma entrevista marcada com a Dr. Ana Catarina, na Santa Casa da Misericórdia da Murtosa.

             O objectivo da entrevista era esclarecer alguns pontos sobre o nosso trabalho e fundamentar, o mesmo, com algo mais substancial, que neste caso é a opinião de uma especialista ligada à área social.

            Comecei por explicar no que consistia o nosso projecto (o que já tínhamos construído e pretendíamos construir).

            Quando terminei, a Dr. Ana congratulou-me por estarmos a desenvolver um projecto inovador e com futuro, sem esquecer a importância destes projectos no campo social, que ainda apresenta muitas carências.

            As primeiras perguntas consistiam no seguinte: qual a importância das instituições, lares, fundações na vida dos idosos? ; estes espaços podem preenche-los neste, usualmente chamado, período de solidão? ; o que sentem mais falta os idosos? ; quais as actividades a que os idosos aderem mais?

            A Dr. Ana começou por responder que este tipo de resposta social é bastante importante, uma vez que os idosos, frequentemente, não têm quem tome conta deles, quem os ame, e de lugares onde passem o resto das suas vidas, onde possam “preencher as suas carências e expectativas de forma a proporcionar uma velhice tranquila com dignidade”.

             A Dr. Ana Catarina deu uma grande relevância à animação, às actividades e convívio entre idosos em locais, como a Santa Casa da Misericórdia da Murtosa.

             A finalidade destes centros de apoio é dar uma “nova cor” à vida dos idosos que se sentem abandonados e têm sido alcançados resultados significativos, como por exemplo, a alteração do comportamento depressivo e de espera pela morte.

            Este resultado é a conjugação do bem-estar, felicidade proporcionada por estes centros de acolhimento, outro objectivo da animação na terceira idade é converter os idosos que se sentem sozinhos, num grupo onde se sintam integrados e se tornem agentes e protagonistas do seu próprio desenvolvimento.

                        E concluindo, segundo a animadora sócio – cultural,”as saídas ao exterior e o atelier de leitura são as actividades que eles aderem mais, mas tal como tudo, há excepções, nem sempre é assim”.

Estas fotografias disponibilizadas pela Dr. Ana, demonstram algumas das actividades possíveis de desenvolver nestes centros de acolhimento.


publicado por AnaDavidFábioInês às 19:33
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